sexta-feira, 14 de junho de 2019

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Kickboxing é opção para ter corpo perfeito e equilíbrio mental


A arte marcial trabalha o equilíbrio, a elasticidade e a coordenação motora do lutador

Já pensou em praticar uma arte marcial que melhora o condicionamento físico, cardiovascular, respiratório e a coordenação motora, aumenta a força, alivia o estresse e aumenta a auto-estima? Essas são algumas das características do kickboxing, arte marcial que vem, cada vez mais, ganhando novos adeptos.

Criado na década de 70, o kickboxing é um esporte que trabalha o equilíbrio, a elasticidade, a concentração e a agilidade, além de também servir como técnica de autodefesa e ajudar a emagrecer. (Assista ao vídeo abaixo)



Tricampeão mundial e mestre em Kickboxing, Laécio Nunes contou que as aulas são indicadas para pessoas que buscam maneiras diferentes de descarregar as energias e levar uma vida mais saudável. Com duração aproximada de uma hora, as aulas podem fazer o praticante perder até 800 calorias.

“O kickboxing é composto em fases. A gente começa com alongamento, faz o aquecimento e depois o treinamento técnico. Esse treinamento é diversificado: trabalha perna, soco e as atividades que a gente agrega, como abdominal e agachamento”, relatou.

Veja fotos abaixo

 Kickboxing

História

A arte marcial surgiu na década de 70, nos Estados Unidos, quando os caratecas estavam cansados das competições em que não havia contato pleno. Para que pudesse haver o contato sem o risco de lesões, começaram a adaptar protetores de pés e mãos.

A princípio, o nome do esporte seria ‘’Karate Full Contact’’, exatamente por ser uma adaptação do Karatê. No entanto, os criadores Dominique Valera, Bill Wallece e Jeff Smith estruturam o esporte e deram o nome que então é conhecido hoje como ‘’Kickboxing’’. Em português o termo significa ‘’boxear chutando’’.

Serviço 

Onde praticar: Vitória Fighter, no Ponto 1, na Praia do Canto, em Vitória
Preço médio mensal: R$ 100,00
Telefone: (27) 3227-3097

Reportagem em vídeo: Paloma Spalla, Valentina Burzlaff e Anna Luiza Santiago
Fotos: Divulgação
Texto: Patrick Jacob e Taynara Pirovani 
Montagem e edição: Kaique Dias 


sexta-feira, 2 de outubro de 2015


A revolta ao seu redor

O cotidiano daqueles que deixam a sua marca pelas cidades






Tão comum nas maiores capitais e centros urbanos do país, como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, a pichação em Vitória tem números crescentes e a revolta de moradores dos bairros mais atingidos por essa mistura de revolta, arte, cultura e vandalismo. Com um pouco de tudo isso agregado a músicas que relatam o cotidiano dos pichadores, a influência cultural vai se ratificando na Grande Vitória, principalemente nos bairros de Jardim da Penha, Jardim Camburi e no Centro.

Escrever com a lata de spray em praticamente qualquer superfície, como no alto dos prédios, casas abandonadas e monumentos históricos podem render ao vândalo uma multa de até R$ 7.000,00, muitas vezes convertidas em cestas básicas e serviços comunitários, dependendo da gravidade da ação. “Por ser uma atividade ilegal, trás algumas consequências, como processos e o perigo de moradores “heróis” que buscam a justiça com as próprias mãos. Mas é o preço que se paga. No meu caso foi o processo”, explica aos risos MLS.



Mas não só de tags(assinatura dos pichadores) se formam os grandes painéis de pichação pela cidade. Existem aqueles que adotam a filosofia de passar uma mensagem, com frases de efeitos e reivindicações sobre o nosso cotidiano. Esses, por sua vez, por interagirem mais com o cidadão comum que consegue decifrar e compreender melhor sua caligrafia, são mais aceitos e também fazem parte da cultura de rua da cidade. “São válidos todos os tipos de manifestações, desde que o autor viva o que escreveu”, afirma PLT, pichador há mais de cinco anos.

O fato de não ser bem compreendido ainda implica em muita repressão e tira o foco de coisas maiores que acontecem no cotidiano da cidade. Políticos capixabas aproveitaram a ascenção das pichações para camuflar outros grandes problemas da vida noturna, que em sua grande maioria tem muito mais impacto do que um tipo de arte que se comunica somente com os seus praticantes.




O que existe por trás das letras coloridas dos muros

Aceita para camuflar as pichações, o verdadeiro grafite se apropria das mesmas características

Tomando espaço nas mais diversas galerias e exposições mundo afora, o Brasil tem hoje grandes represententes da cultura de rua mostrando sua arte não apenas nas ruas, e agindo diretamente contra o preconceito que ainda cerca o assunto. Como solução para evitar as pichações, o grafite é uma vertente diferente de seu primo próximo. Ele usa mais cores, logo atrai mais olhares e diferentes percepções que vão das letras até desenhos que parecem realmente sair da parede.

Oriunda da periferia americana dos anos 70, muitos ainda defendem que o verdadeiro grafite deve ser feito sem permissão, ou seja, deve causar o mesmo espanto que as pichações causam. “Não existe Grafite legalizado. O Grafite, em sua essência é uma atividade ilegal, usada tanto como forma de protesto, contra o governo, contra a propriedade privada, a desigualdade social, ou de gênero, pela causa que o praticante ache válida, ou apenas como forma de adrenalina”, explica Lamica, que além de pichar também faz grafites.

Mas, como em qualquer lugar onde se existem regras impostas e acordadas pelos próprios participantes do meio. A rua traz uma ética que se não respeitada pode acabar com acertos de contas e, claro, degradação de suas criações. Se por exemplo um grafiteiro pintar por cima de um mural de pichações, ele terá no mínimo sua arte rasurada. “Tem que existir o respeito das duas partes. Quem chega primeiro sempre tem razão, independente de tinta ou do muro. Muitos grafiteiros de Vitória também são pichadores, e isso torna o erro menos aceitável”, diz MNB, que morava em Belo Horizonte e traz a sua concepção interestadual para o cenário capixaba.


Mesmo com riscos de diversos os lados, os artistas de rua continuam a criar suas obras a céu aberto pelos mais variados espaços e superfícies que a cidade proporciona, fazendo da madrugada uma hora sagrada. Com a diversão na calada da noite, a mistura de paixão e arte se sobrepõe ao medo do ilegal, trazendo histórias impressionantes de seu cotidiano, muitas vezes implublicáveis. “Na noite de natal, quando sai para pintar e conheci um noia, o Carlos, ele que fez a escolta (vigiando a jovem para avisá-la em caso de polícia ou morador). E ainda falou qual lugar era melhor pra fazer, é certo que ele vai ficar marcado”, conta Lamica ao lembrar-se de um caso incomum durante uma madrugada de ações.

Jovens empreendedores de até 24 anos crescem no Brasil



O aumento chega a 71% da geração Y na economia do País

Já pensou se tornar um empreendedor antes dos 30 anos? Pois é, cerca de 40 milhões de brasileiros possuem negócio próprio, e de acordo com estudo realizado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) isso tem se tornado cada vez mais frequente e possível. A pesquisa aponta que no período de dois anos, de 2011 a 2013, o Brasil teve um aumento de 71% na quantidade de jovens com até 24 anos que se tornaram micro empreendedores individuais (MEIs), faturando até R$ 60.000,00 por ano. 

A economista Arilda Teixeira afirma que o jovem pode influenciar impulsionando a economia do País. “A importância da geração Y, aqueles nascidos após 1990, é a oferta de ser mão de obra e a força de trabalho que eles têm. Além disso, quando os jovens são qualificados, o desempenho aumenta ainda mais”, explicou.

Sebrae

Essencial para auxiliar no desenvolvimento de micro e pequenas empresas, o Sebrae é um serviço social autônomo, parte integrante do Sistema S que estimula o empreendedorismo no país. A analista técnica da Unidade de Capacitação (UCE) do Sebrae, Marcelly Bridi, explica o porque dos jovens estarem procurando esse ramo. “A autonomia, liberdade e poder dominar as ferramentas de pesquisas estão entre as vantagens de ter o próprio negócio. E essa escolha é boa para o país, porque os empreendedores imaturos são relevantes no mercado, pois planejam, têm iniciativas e ideias surpreendentes, buscam sempre algo a mais”, ressaltou. 

Empresário

Após passar por diversos estúdios de tatuagens de amigos, o empresário Brunno Silva, 30, decidiu que estava na hora de criar o próprio negócio. Aos 24 anos o desejo de empreender apareceu e só depois de quatros anos o Tattoo na Lama surgiu. “Tive vários obstáculos por ser jovem, no início somos amadores, mas fiz cursos no Sebrae que me ajudaram a manusear o dinheiro e a montar a empresa”, contou.

Agora, aos 30 anos, Brunno acredita que o estúdio dele está ganhando reconhecimento e crescendo cada vez mais. “Trabalho 12 horas por dia, tatuo em média 20 pessoas por semana. Meu espaço é pequeno, mas pretendo virar referência no ramo e ter mais gente comigo para alcançar a sonhada ampliação do negócio”, esclareceu.


Ouça o áudio do Brunno falando da trajetória de empreendedor.


Assista, também, ao vídeo dele contando um pouco de sua história!

VÍDEO

Início promissor

A estudante Luana Miranda com apenas 18 anos já pode se considerar uma nata artesã. Vendedora de bijuterias feitas à mão, Luana viu o hobby se tornar em dinheiro e em uma possível profissão. “Eu vendo as pessoas comprando cordões no estilo rústico pensei: eu posso fazer isso. Foi assim que nasceu o Detalhes da Lua, o modo que encontrei de vender pulseiras e colares para todas as idades”, declarou.

Luana participou da edição passada do Viradão Cultural, realizado pela Prefeitura de Vitória, no Centro da Cidade, fato considerado o marco de sua carreira. “Recebi a notícia do Viradão pela TV e na hora me interessei. Já que eu moro no Centro, foi a oportunidade única. Meus amigos me ajudaram a dispor as bijuterias nas mesas e foi muito bom, das 40 peças que levei, mais da metade foram vendidas. Quero difundir isso e no futuro ter uma loja física”, disse. 

Confira algumas fotos da artesã!









Os dois lados da maconha: para alguns um problema, para outros solução



Os sinais são intensos entre os que usam e estudam: alívio, erro, paz interior e prazer

“Maconheiro não trabalha, não estuda, é delinquente e vagabundo”. Esses são uns dos estereótipos que o usuário e o ex-usuário brasileiro recebe de maneira errônea da sociedade, após dar o primeiro "trago". Mas, em outro país ela tem efeito positivo para os indivíduos. Portugual está entre os primeiros países do mundo a legalizar a droga. A lei que entrou em vigor em 2001 mostra que dos doentes em tratamento no país alguns utilizam a 'cannabis sativa', especialmente conhecida como maconha podendo ser ingerida ou fumada pelos pacientes.

Após entrar em depressão profunda o estudante brasileiro R.C, 19 anos, pesquisou muito, fez consultas com terapeutas especializados e se tornou um usuário diário da droga. “Fui para a África fazer intercâmbio e lá procurei a opinião de alguns especialistas Eles me receitaram e desde então os malefícios da depressão não me atormentaram mais. É uma espécie de dormência física e mental. Eu vivo melhor agora, depois de me tornar usuário por um motivo de saúde”, comenta R.C.

Outro que também procurou na droga uma forma de relaxar foi o universitário Júnior Azevedo (nome fictício), de 22 anos. Ele passou a usar a droga no ensino médio e hoje admite, que apesar de ter controle, é um usuário do entorpecente. (Assista ao vídeo abaixo)



A maconha pode gerar uma síndrome a motivacional, pois, o THC (substância psicoativa encontrada na maconha), desacelera a adrenalina do corpo, colocando o mesmo em uma zona de acomodação. “Com a legalização da maconha para uso medicinal podemos perder muito, pois vamos fabricar zumbis como acontece na Suécia. Os jovens ficam perambulando nas ruas sem saber para onde ir, totalmente dependentes daquele vício. Por isso, é necessário todo o acompanhamento com um médico, assim como outros medicamentos todos devem ser ingeridos na dose certa”, acrescenta o terapeuta Cláudio Paiva.

Legalizar a erva para fins medicinais representa um avanço na medicina. Para o médico S P, a droga alivia dor em doenças devastadoras como câncer. “O uso diferenciado da maconha é que os efeitos colaterais comparados com o da quimioterapia são mais leves e mais fáceis de lidar, não causam tanto desconforto nos pacientes”, ressalta. Além disso, S P acrescenta que a maconha pode ser inalada para uma melhor aceitação do organismo e também é um jeito mais simples de utilizar o medicamento sem eventuais dores.

A psicóloga Gabrielly Assis argumenta que a dependência psicológica da maconha é muito comum entre os usuários tanto viciados quanto nos que usam para fins medicinais. “A maconha causa um certo conforto e relaxamento. Então, pode ser que no fim de algum tratamento o paciente continue usando a droga como um bem-estar psicológico, o que é preocupante já que ela causa efeitos colaterais”, opina. (Ouça a opinião da especialista abaixo)



As opiniões são divergentes, mas os efeitos são conhecidos. Vale ressaltar que o uso em grande quantidade e por muito tempo da droga passa a apresentar na vida de uma pessoa uma desmotivação de realizar as atividades comuns do dia a dia e reduz a capacidade de aprendizado.

Porta de entrada

O ex-usuário de maconha George Couto, não acredita que tenha vínculo fumar maconha com experimentar outras drogas. ‘’Já usei cocaína, êxtase, LSD, crack, entre outras, mas eu não acredito que foi a maconha que tenha influenciado. Independente da maconha eu tive vontade, não vejo relação’’, afirma.

Porém, o usuário de maconha K.O., tem outro ponto de vista. Para ele, ter fumado maconha o encorajou para experimentar outras drogas. ‘’Acredito que eu só comecei a usar crack porque já havia fumado maconha. Acho que eu não teria coragem de usar crack sem antes ter experimentado a erva, teria muito medo’’, comenta.

Problema ou solução?

Recentemente uma notícia em um dos portais de saúde do Brasil, o Bem Estar, publicou a informação de que o Chile estaria colhendo maconha para uso medicinal no combate ao câncer. O interesse está na extração de um óleo cânhamo da erva pra distribuir para pacientes na intenção de amenizar as dores oncológicas.

Essa inovação na medicina mostra a droga como uma solução para um problema de saúde, porém não soluciona a problemática que ela mesma causa. Em 2012 o numero de internação pelo uso de drogas ilícitas superou o do álcool com um crescimento de 128%, segundo o Sistema Único de Saúde (SUS). (Ouça abaixo a opinião da psicóloga Gabrielly Assis)



Mas o que explica toda essa dependência? O que explica a pergunta é o estudo divulgado pelo Instituto Nacional de drogas nos Estados Unidos que constatou que a intensidade da dependência é fruto da propensão genética. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) a droga é uma substância que quando utilizada por um ser vivo, modifica algumas funções, mas não altera a normalização da saúde humana.

A estimativa é que os fatores genéticos influenciem entre 40% a 60% no vicio. Um gene específico está associado a síntese da enzima monoaminoxidase A que é uma das substâncias responsáveis pelo equilíbrio de dopamina no cérebro, quando há mutações no gene a pessoa se torna vulnerável a obsessão pela droga.


Efeito negativo

Se por um lado a droga contém substâncias definidas, como uma arma medicinal no combate ao câncer e o vício na maconha ser visto como, uma propensão genética em um cérebro de gene mutável garantindo a não alteração na saúde humana. Existe o efeito negativo, que justamente cabe ao indivíduo propenso a dependência.

A psicóloga Clínica e Educacional, Gabrielly Assis, explica o transtorno causado pela droga ao dependente. “É muito decorrente entre os usuários contínuos o desenvolvimento de transtornos como: transtorno de déficit de atenção(TDAH) entre outros. Existem órgãos públicos que tratam diretamente estes casos, como: Centros de Atenção Psicossocial (Cap’s), Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (CAP’Sad) e Clínicas de reabilitação e ressocialização”, declara.

Desintoxicação

As clinicas de reabilitação e centros de acolhimentos trabalham para amenizar o efeito negativo causado a pessoas que por propensão genética ou não, acabam numa extrema dependência da maconha e de outros tipos de entorpecentes.

O coordenador do programa política sobre drogas e psiquiatra, Dr. Gilson Giuberti Filho, dirige o centro de acolhimento público, a Rede Abraço, e explica como funciona o serviço prestado a esses dependentes.  “No caso do próprio dependente químico, este pode ser encaminhado para desintoxicação (na enfermaria de psiquiatria do HPM), para o CAPS no caso de tratamento ambulatorial ou para uma comunidade terapêutica.Se é a família que procura o centro de acolhimento, a mesma é encaminhada ao grupo de atendimento à família com os devidos encaminhamentos à assistência jurídica, CRAS, CAPS”, conta.

Equipe

Reportagem: Taynara Pirovani, Patrick Jacob, Kaique Dias, Valentina Burzlaff e Anna Luiza

Imagens: Patrick Jacob e Taynara Pirovani

Edição e editoração: Kaique Dias

Turma: 6ºA

terça-feira, 26 de maio de 2015

TV Faesa: uma TV feita por alunos


TV Faesa: uma TV feita por alunos

Uma TV onde alunos colocam em prática o que aprendem em sala de aula

No ar desde 1999, a TV Faesa foi a 1ª TV Universitária do Espírito Santo. Com vários programas, novos formatos, a TV se consolida e atualmente é referência quando se trata de uma emissora com programas produzidos por alunos. Atualmente, 3 programas são produzidos pela TV Faesa, sendo eles: Em Debate, na Garagem e Universo Faesa.

O inicio da TV se deu quando houve a possibilidade de se ter televisões universitárias, que é onde os alunos de Rádio e TV, Jornalismo, Publicidade e Propaganda podem colocar em prática o que é aprendido em sala de aula. Com o advento da NET (empresa de telecomunicações) foi aberto um canal Universitário, no qual a Ufes iria transmitir programas. Entretanto, como a Faesa já possuía laboratório e uma boa estrutura, a TV Faesa conseguiu um espaço na TV.

A proposta da TV Faesa, portanto, é ser uma espécie de laboratório. Os alunos que fazem parte da equipe têm a oportunidade de realizar experimentações e colocar em prática as matérias que são passadas em sala de aula. Segundo o Diretor e Coordenador da TV Faesa, William de Oliveira, a TV Faesa é uma ótima oportunidade para o aprendizado do aluno. ‘’Aqui eles podem errar, afinal, eles são alunos. A TV Faesa é uma ótima preparação para ingressá-los no mercado de trabalho’’, comenta.

Os alunos, que fazem parte da TV e produzem programas, se sentem motivados ao ver uma emissora Universitária caminhando tão bem. É o caso da aluna de Jornalismo do 2º Período, Scheyla Rodrigues, que atualmente apresenta o programa Na Garagem. Segundo ela, fazer parte da equipe é gratificante. ‘’Tem cerca de 8 meses que eu faço parte do programa e me sinto honrada em poder apresentar. Todos os dias eu aprendo algo novo’’, relata.

Todos os programas são produzidos no próprio estúdio da Faesa e são postados no canal da TV Faesa no Youtube. O programa Na Garagem, entretanto, é transmitido pela TV Educativa do Espírito Santo toda quinta-feira.


Dá para emagrecer comendo


Dá para emagrecer comendo

De acordo com a nutricionista Amanda Martins a substituição de alguns alimentos não irá fazer diferença na saciedade

Hoje, muitas pessoas tem dificuldade de começar uma dieta, especialmente quando este novo estilo alimentar nos limita a comer o quanto queremos. Mas, pode mandar toda essa preocupação embora. É possível comer alimentos saborosos e que te dão saciedade sem passar forme para emagrecer.

“Não precisa parar de comer massas e grãos, escolha os integrais, são gostosos e  diminuem a absorção de gordura e açúcar. No café da tarde, troque o prato de salgadinhos ou bolos açucarados, por bolachas sem recheio, queijo branco ou saladas, inclusive as pessoas que têm uma rotina desgastante no trabalho e na escola”, sugere a nutricionista Amanda Martins.

O desenvolvedor de software Rodrigo Faria, 25 anos, trabalha nove horas por dia. Ele considera que profissão o estimula muito a comer, por demandar de muito desgaste mental na hora de solucionar problemas e pela grande carga de ansiedade. Mas, antes de tudo, Rodrigo pensa na saúde. “Por exemplo, não deixo de comer chocolates e tomar meus cafézinhos, eu diminuo frequência com que como e bebo. Tento evitar as gorduras saturadas e procuro sempre utilizar as gorduras boas, que não são calóricas”, ressalta.

O ditado popular diz que “saco vazio, não para em pé”, com tantas coisas para aprender e fixar, os vestibulandos também precisam adotar um esquema alimentar saudável não só nos dias que antecede aos vestibulares, mas, durante toda a fase de preparo. Bianca Sodré, 21, não adotou essa prática e acabou engordando 26kg durante um ano no pré-vestibular. “É muita pressão e por isso, muita ansiedade. Eu comia muitos salgadinhos fritos, doces e refrigerantes. Para virar noites estudando, eu optava por café. Atualmente, eu como muito mais do que eu comia antes, porém são alimentos saudáveis, como: castanhas, que saciam a minha fome e não engordam. Depois de dois anos, consegui perder os 26kg que ganhei”, conta.

Além de fornecer energia suficiente para as atividades diárias, a boa alimentação pode ajudar o sistema imunológico na prevenção de pequenas doenças como, gripe e dor de cabeça. “As castanhas, ajudam na memorização e concentração. As frutas também são recomendadas, pois, possuem muitas vitaminas que ajudam a força psicológica mental. Os salgadinhos, cafés e refrigerantes pioram o quadro de ansiedade e fazem mal para a saúde”, ressalta a nutricionista.

Para perder peso sem deixar o estômago roncar, é preciso muita disciplina, por isso siga as dicas valiosas:

- Opte por comer sanduíches naturais, no café da tarde. Troque a alface por rúcula, para dar uma diferenciação no sabor.
- Tome sucos de polpas naturais, sem açúcar.
- Se reeduque, coma salgadinhos apenas em eventos casuais.
- Prefira os chocolates amargos, em pequena quantidade.
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